
Mergulhar em Pedro Páramo, a obra-prima de Juan Rulfo, é aceitar um convite para o desconhecido. Nesta narrativa, que é o pilar do realismo mágico, acompanhamos uma jornada que, embora povoada por vozes e ecos, é profundamente marcada pelo isolamento. Li-o no verão passado durante uma viagem e hoje, quando o guardava numa prateleira, decidi que deveria falar sobre a experiência.
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